sexta-feira, 5 de abril de 2013

Magnetismo

Foi a partir da província de Magnésia, na Grécia clássica, que o mundo ocidental começou a falar de fenômenos magnéticos - e desde então não parou mais. Ali, 600 anos antes da era cristã, as pessoas perceberam que certas pedras tinham a misteriosa propriedade de atrair metais. Batizadas de magnetitas, as pedras magnéticas transformaram-se em atração em todo o mundo antigo. Certos sábios consideravam que elas tinham poderes curativos e efeitos milagrosos.
É claro que, desde então, o conceito de magnetismo mudou radicalmente. Já não se trata apenas de um efeito de atração limitado, produzido por pedras feitas de óxidos de ferro e que constituem ímãs naturais. Sabe-se hoje que o magnetismo é um fenômeno literalmente onipresente: está atuante no espaço diminuto de cada átomo do universo, mas rege ao mesmo tempo o funcionamento de vastas galáxias. No mundo especificamente humano, há um magnetismo sutil que influencia as emoções e os pensamentos, e tem relação direta até com as nossas motivações mais secretas.
Sem dúvida, é magnética a força dos elétrons que giram em torno do núcleo de cada átomo. Além disso, toda luz é uma onda eletromagnética, e isso significa que, se não houvesse magnetismo, os sóis e estrelas da nossa galáxia se apagariam. A própria Terra é um grande circuito magnético e faz parte de conexões magnéticas ainda maiores. Em nosso planeta, animais como as pombas, as lagostas e as tartarugas marinhas têm a habilidade de entrar em contato com o campo magnético terrestre e de orientar-se por esse meio em suas longas viagens. Helena Blavatsky escreveu no século 19:
“A Terra é um corpo magnético. De fato, muitos cientistas constataram que ela é um enorme ímã, como Paracelso afirmou há cerca de 300 anos. A Terra está carregada com uma espécie de eletricidade - chamemo-la positiva - que ela produz continuamente por uma ação espontânea em seu interior ou centro de movimento. Os corpos humanos, assim como todas as outras formas de matéria, estão carregados com a forma oposta de eletricidade - negativa.”[1]
Naturalmente, o magnetismo vai muito além do plano físico. A realidade tem níveis variados de sutileza e densidade, e há vários tipos de magnetismo para cada um deles. Existe um magnetismo vital, por exemplo, e quando ele está concentrado e harmonizado temos boa saúde, mas quando o desperdiçamos ficamos vulneráveis.
Há um magnetismo emocional, e por isso certas pessoas exercem atração tão poderosa sobre outras. Há um magnetismo mental, e nesse plano as pessoas são inspiradas por idéias, ou lançam pensamentos cujo poder magnético atrai milhões.
O magnetismo próprio do plano espiritual é o mais sutil e, também, o mais durável. Armados apenas com a energia impessoal do seu ensinamento elevado, os grandes sábios e pensadores da história da humanidade têm sido capazes de imantar e magnetizar corações e mentes durante milênios, colocando-os no caminho da auto-libertação.
O poder magnético da alma imortal, quando desperto, purifica todos os níveis de magnetismo da aura individual, eleva o foco de consciência até o plano da vida eterna e influencia e acelera, ao mesmo tempo, o despertar de outros indivíduos. Por isso não importa a quantidade de magnetismo que alguém possui. Interessa saber se o magnetismo é correto e elevado, ou se é nocivo. Um egoísta só cria mais problemas para si e para os outros se tiver o seu magnetismo intensificado. Por outro lado, o magnetismo da sabedoria e da verdade geralmente provoca alguns obstáculos de curto prazo, porque deve desafiar as rotinas de ilusão organizada, mas produz efeitos benéficos a médio e longo prazo. Embora o magnetismo compatível com a verdade e a ética cresça muitas vezes devagar e com dificuldades, é o único que deve ser buscado intensamente. Ele pode ser encontrado em todos os níveis de consciência e ação. Ele conecta e dá coerência aos diferentes aspectos da vida.
O processo do magnetismo está ligado a um certo alinhamento das energias sutis. A ciência convencional ensina que as substâncias ferromagnéticas, isto é, sensíveis à ação de um ímã, têm diferentes grupos de átomos, chamados domínios. Dentro de cada domínio, os pólos dos átomos apontam para o mesmo lado, mas, normalmente, os diferentes domínios apontam para diferentes lados. Desse modo, suas forças magnéticas anulam umas às outras, e o objeto de ferro ou níquel que eles compõem não tem poder magnético. Porém, quando o objeto é colocado em contato com um ímã, os diferentes domínios ou grupos de átomos passam a apontar todos para a mesma direção - e, graças a esse alinhamento, o objeto todo adquire propriedades magnéticas. O sistema vital e emocional de uma pessoa funciona de modo semelhante.
O cidadão que não tem uma vontade forte alimenta desejos que apontam para lados e objetivos diferentes e contraditórios entre si. Assim, seus desejos anulam uns aos outros. O resultado disso é uma pessoa sem rumo certo, cuja dispersão magnética provoca uma perda de energia vital. Mas o cidadão magnético tem seus diferentes domínios - que reúnem os “átomos” físicos, emocionais e mentais - apontando na mesma direção. Por isso ele tem o poder de atrair para si, com força proporcional, uma certa sabedoria. Um grupo humano internamente harmonizado terá o mesmo potencial, mas com energia aumentada. Este último fato é decisivo para estudantes de filosofia esotérica, porém deve-se ter presente que harmonia interna inclui a diversidade externa, e que a uniformidade total extingue a vida magnética. Vida implica movimento.
O cosmo coloca à disposição de todos uma energia inesgotável. Poucos sabem captá-la. O caminho magnético correto consiste em desejar coisas coerentes e adequadas, aceitando com humildade as dificuldades e os desafios. Conforme a atitude do indivíduo diante da vida, o seu poder magnético aumentará ou se reduzirá. Não havendo vigilância, ele pode ficar preso a situações que apenas atrasam o aprendizado da arte de viver.
O magnetismo na aura do indivíduo se acumula em torno do desejo, da vontade e dos hábitos. O caminho espiritual é uma série de passos pelos quais o indivíduo troca situações magnéticas inferiores por situações magnéticas superiores. Devido à força magnética automática dos hábitos, não é suficiente saber o que é certo e o que é errado. O estudante deve examinar também se não está subconscientemente identificado com o magnetismo da ilusão. Isso pode ocorrer mesmo depois de reconhecer a ilusão como tal em sua consciência pensante. Robert Crosbie escreveu:
“Ninguém que vê o seu erro é um caso perdido. No momento em que vemos que estamos iludidos, neste momento já não estamos iludidos, embora ainda estejamos rodeados pelas consequências da ilusão e tenhamos que abrir caminho através delas. Todos os obstáculos e dificuldades vêm da auto-identificação com a ilusão e os erros; esta é a ilusão das ilusões.”[2]
Além de ver o que é verdadeiro e falso, é necessário renunciar ativamente ao que é falso, optando pelo verdadeiro. E isso nem sempre é fácil, porque requer o desenvolvimento magnético da vontade própria.
Quando respiramos ar puro e mantemos contato com a luz do sol, por exemplo, aumentamos e elevamos nosso magnetismo vital. A respiração curta e apressada é antimagnética, mas a respiração profunda aumenta a força pessoal. Exercícios diários de respiração, feitos ao ar livre, recarregam o organismo com prana, a força vital do cosmo. Caminhar pela natureza sem preocupações expande a vitalidade. Os exercícios físicos moderados oxigenam o corpo todo e são magnetizantes. As pessoas naturalmente magnéticas alimentam-se corretamente, não comem em excesso, trabalham com gosto e dedicação e agem com calma.
O magnetismo emocional superior aumenta quando as pessoas mantêm sentimentos elevados, evitam discórdia e praticam o desapego. A boa vontade para com todos é uma prática eficaz. Se alguém manifesta inveja e procura desprezar o seu trabalho, a pessoa magnética deixa clara a sua independência em relação a esses jogos mentais, mas não produz rancor dentro de si. Quando conhecemos nosso valor, sabemos inspirar respeito sem necessidade de agredir, e reconhecemos o que há de bom nos outros. “Viva e deixe viver” - este lema faz bem ao equilíbrio magnético de todo ser humano.
No plano mental, os indivíduos magnéticos concentram-se serena e profundamente em suas metas. Eles têm a capacidade de olhar para cada aspecto da vida desde diferentes pontos de vista. É saudável escolher temas filosóficos como objeto de estudo e leitura. Naturalmente, um ser magnético evita discussões mesquinhas porque sabe que idéias e opiniões fixas são fontes de perda energética. Sua mente está naturalmente colocada a serviço do bem através de ações construtivas. Ele tem um pensamento ágil, capaz de revisar constantemente suas premissas.
A presença do magnetismo espiritual faz com que as metas pessoais egoístas sejam abandonadas. Para quem possui essa força, é natural meditar diariamente sobre a verdade universal presente no centro de todas as coisas e no ponto central do seu próprio coração. Nesse contexto, o indivíduo tem interesse por investigar o que há além do pensamento. Ele obtém o que busca concentrando-se no vazio central da Lei do Equilíbrio [3], que dirige silenciosamente tanto a sua própria consciência como a consciência do universo. Assim o estudante deixa de querer coisas agradáveis apenas para si próprio ou no curto prazo. A partir deste momento, tanto o seu sofrimento como a sua felicidade são diferentes das formas de felicidade e sofrimento que se encontra no mundo convencional. Tal indivíduo pode fazer um ato de sacrifício, ao combater os mecanismos pelos quais se perpetua a ignorância ética e espiritual da humanidade. Assim, atrairá um grau de sofrimento para o seu eu inferior. Porém, na mesma medida, estará aumentando o magnetismo abençoado que caracteriza o plano do eu superior.
Todos os aspectos da vida estão interconectados. Quando se reúne magnetismo positivo em um determinado domínio, isso torna mais fácil preservar magnetismo nos outros aspectos.
É verdade que uma pessoa pode ter uma boa quantidade de magnetismo em determinado domínio da vida e ao mesmo tempo sofrer perdas energéticas importantes em outras áreas. Para quem trilha o caminho teosófico, esse é o processo de testes e provação. Apesar dos desafios, os seres magnéticos semeiam sentimentos de boa vontade na relação com colegas, amigos, familiares e conhecidos. Ninguém vive isolado, e o que se planta, se colherá. Esta lei funciona inclusive no plano do pensamento. Sem dúvida, em muitos casos a boa ou má colheita pode ficar para a próxima encarnação. É fato também que esta lei não funciona de modo mecânico, nem simplório, linear ou previsível. Mas a perfeição com que ela opera costuma ser infalível, como se pode constatar através dos inúmeros aspectos e processos em que o seu funcionamento é observável..
Um dos fatores mais importantes da vida magnética de todo indivíduo sábio é a capacidade de não desejar intensamente coisa alguma no plano egoísta e pessoal de curto prazo.
A ausência de desejos confusos permite reunir energia sutil. A presença de uma vontade nobre, constante e elevada é imprescindível para ter contato com a fonte da energia superior. Consciente disso, o indivíduo magnético renuncia aos desejos por objetos de pequena importância. Ele aceita o vazio no plano das coisas secundárias, porque concentrou seu interesse no que considera principal. Ele deixa de lado a busca de prazer imediato e assim é capaz de agir movido por uma intenção impessoalmente justa.
Eliphas Levi escreveu:
“O prazer é um inimigo que deve fatalmente tornar-se nosso escravo ou nosso senhor. Para possuí-lo é preciso combater e para gozá-lo é preciso tê-lo vencido. O prazer é um escravo encantador, porém, um senhor cruel, implacável e assassino. Ele cansa, esgota e mata aqueles a quem domina, depois de ter enganado todos os seus desejos e traído todas as suas esperanças”.[4]
Cada cidadão produz e guarda seu próprio magnetismo através das escolhas práticas que faz. A vontade média exercida por uma pessoa gera uma corrente magnética correspondente, que envolve e anima o seu corpo. A prática de exercícios físicos faz bem à saúde porque acumula vontade saudável nos músculos e em cada tecido do organismo. Posturas de ioga, exercícios de artes marciais, a prática da natação, caminhadas ao ar livre ou mesmo andar de bicicleta são meios de obter e concentrar vitalidade e magnetismo físico. Mas tudo o que se pensa, se quer e se faz nos planos mais sutis também reúne magnetismo correspondente nos diferentes planos ou domínios da vida. Portanto, a produção de bom magnetismo depende da formação de bons hábitos.
Os costumes de uma pessoa funcionam como pequenas centrais elétricas que geram sua energia própria. Seja através de uma hidrelétrica ou de um catavento, a eletricidade convencional é reunida por uma série de movimentos mecânicos repetidos, cuja energia é retida e transformada. Do mesmo modo, uma certa energia magnética é acumulada com a repetição das nossas pequenas atitudes costumeiras na vida diária, sejam elas físicas, emocionais ou mentais. A energia gerada por nossos hábitos talvez pareça pequena, mas isso não é verdade. Trinta minutos de estudo e contemplação diários podem fazer muita diferença depois de alguns meses. Quarenta minutos de leitura meditativa por dia são suficientes para mudar uma vida, se levarem ao fortalecimento de uma vontade espiritual associada a discernimento e bom senso.
Os hábitos fortalecem os desejos, definem o caráter e estabelecem a visão que se tem da vida. A ruptura das rotinas inúteis funciona como uma barragem que interrompe o curso de um rio de águas barrentas - e produz uma energia elétrica valiosa.
Ao ficar imóvel durante algum tempo examinando verdades universais, um fluxo antes irreprimível de hábitos físicos e emocionais dispersivos passa a ser represado, produzindo magnetismo superior.
Quando estudamos teosofia original ou filosofia clássica, não permitimos que nenhum pensamento de ordem pessoal ou dispersiva domine nossa consciência. Fazemos com que os pensamentos se concentrem uma e outra vez em um tema sagrado e abstrato livremente escolhido por nós. Aos poucos, esta postura se amplia para as 24 horas do dia, e a energia mecânica dos hábitos de pensamento é transformada em uma força eletromagnética purificada. Esta elevação constante da consciência gera Vontade espiritual e reduz gradualmente a força dos antigos hábitos de pensamento e emoção. O velho fluxo de energias gastas inconscientemente é cada vez mais transmutado, e deste modo passamos a ter mais força disponível para cada iniciativa nossa. Ganhamos uma presença mais forte e mais magnética diante dos eventos e situações da vida. Desativamos o envolvimento pessoal em situações de curto prazo, e geramos magnetismo espiritual, em torno dos temas e das realidades do eu superior.
O cérebro humano é uma estação central de conexões eletromagnéticas. Seu potencial é ilimitado. A energia que passa por ele ganha força e clareza à medida que adquirimos experiência e alguma sabedoria.
O silêncio mental, a renúncia às diferentes formas de cobiça e medo, os pensamentos corretos e uma polarização da nossa consciência em torno de fatos positivos e de realidades abrangentes são, todas, decisões e escolhas voluntárias.
Essas possibilidades estão ao nosso alcance. Elas servem para libertar-nos do sofrimento psicológico. Espírito crítico é fundamental, mas não devemos ser arrastados por ele. É oportuno colocar mais ênfase na construção do que é correto do que na destruição do que é errado. A crítica franca é importante, porque limpa o terreno sobre o qual se pretende construir. Mas devemos ser mais duros com nós mesmos do que com os outros, já que a principal construção é, sempre, a auto-construção. Toda crítica que não tenha em vista a construção do que é correto constitui uma perda e um vazamento de energia magnética. A lei da conservação da energia é a mesma lei da conservação de magnetismo.
Quando a energia vital do indivíduo está polarizada em torno do que é bom, verdadeiro e durável, nascem a confiança em si mesmo, a confiança nos outros, e a confiança na vida. Surge então o poder do entusiasmo. Uma energia sincera e solidária faz com que tudo valha a pena. O coração humano se torna simultaneamente humilde e imenso, e nele a felicidade se torna incondicional.
 Por Carlos Cardoso Aveline.

segunda-feira, 25 de março de 2013

O poder da palavra - Som!

O Poder da Palavra (O Verbo/SOM):
A palavra, junto com o poder da vibração é capaz de criar, curar e também destruir.
A teoria indica que quando focalizamos nossa mente em algo, e a isto somamos sentimento e emoção, para finalmente expressá-lo, [aquele algo] estamos exteriorizando e materializando um poder, [um agente] que poderá afetar os reinos da matéria.
Se cada um de nós fossemos conscientes de que a energia liberada em cada palavra afeta não somente aquele a quem nos dirigimos mas, também, a nós mesmos e ao mundo que nos rodeia,começaríamos a ser mais cuidadosos com o que dizemos (e pensamos).



Fonte: HUNTER, Brad. El Poder de la Palabra, 2009.

… Os antigos essênios (e outros iniciados de outras culturas antigas) sabiam da existência do enorme poder contido na oração, no verbo, na palavra.
Os alfabetos das línguas antigas, como sânscrito, grego, aramaico e hebraico [o árabepré-Islã também ] são fontes de poder em si mesmos.

Os essênios utilizaram a energia canalizada pela linguagem, posto que a linguagem, o falar [spell] era [e ainda é] a manifestação final do pensamento, da emoção, da sensação (e da VONTADE). Manifestação que se projeta, criando ou modificando a realidade de acordo com aquilo que o locutor deseja (VONTADE) experimentar neste mundo.


Nas culturas do antigo oriente eram [e ainda são] utilizados os mantras, rezas, cânticos com uma intenção predeterminada como técnicas para materializar [realizar] estados [de ser] subjetivos e programar, de uma forma que a ciência ignora, realidades pensada, desejadas.
A afirmação prévia é, deste modo, uma técnica que produz efeitos.
Os estudos atuais, na área da física quântica [da física de partículas] começam a validar o conhecimento dos antigos que, até muito recentemente foram desprezados como fantasias religiosas e charlatanices.

As Palavras (O Poder do SOM-O Verbo) Podem (Re)Programar o DNA
Na Rússia, recentes investigações científicas indicam que o DNA pode ser alterado e reprogramado por palavras e freqüências, sem fragmentar ou substituir genes individuais.
Somente 10% do DNA humano destina-se a orientar a produção de proteínas ─ e é esta pequena porcentagem, do total de genes que vem sendo estudado pelos pesquisadores ocidentais.
Os 90% restantes são considerados como sucata genética.
Mas os cientistas russos, convencidos de que a natureza não produz inutilidades, reuniram lingüistas e geneticistas em um estudo sem precedentes: explorar essa sucata genética.

Os resultados alcançaram conclusões inesperadas: o DNA, não somente é responsável pela construção [configuração] dos nossos corpos mas também serve como um arquivo que reúne informações intercambiáveis em toda a escala biológica.

Os lingüistas russos, descobriram que o código genético, especialmente os aparentemente inúteis 90% de genes de função não conhecida, se organizam seguindo as mesmas regras de todas as linguagens humanas.

Os elementos alcalinos dos genes têm gramática e regras semelhantes a um idioma: sintaxe, que é a forma como se combinam palavras para formar frases e orações; semântica ou, significados.
As linguagem humanas, as falas, não se formaram ao acaso em suas estruturas fundamentais; antes, seriam um reflexo da linguagem do DNA que, por sua vez, poderá ser afetado pela influência da linguagem.

O biofísico e biólogo molecular russo Pjotr Garjanev e outros cientistas também pesquisaram o comportamento vibratório do DNA: Os cromossomas vivos funcionam como computadores solitonicos-holográficos [sensíveis receptores e retransmissores de ondas vibratórias muito sutis] usando radiação laser do DNA endógeno. Isso significa que alguém pode, de fato, usar palavras como as orações, o falar e o pensar [porque pensamento também produz emissão de energia vibratória], para a reprogramação do próprio DNA e do DNA de terceiros.

Há milhares de anos, mestres espirituais e religiosos da antiguidade sabiam que o corpo humano pode ser programado [controlado, configurado e re-configurado] por meio da linguagem, das palavras e do pensamento [o que é muito justo porque os mudos também tem direito a essa faculdade. Meditemos...].(E dessa forma podemos chegar a construção de nossa MERKABAH de Luz…)

Uma Merkabah
A surpresa maior, porém, foi descobrir a maneira como aqueles 90% de código genético de função desconhecida armazena as informações. Garjanev explica: Imaginemos uma biblioteca que ao invés de arquivar milhares de livros somente guarda todos os caracteres necessários de todos alfabetos utilizados em todos os livros do acervo.
Quando solicitamos uma informação a essa biblioteca mágica, os caracteres se reúnem adequadamente apresentando o livro, páginas ou trechos solicitados.

Essa hipótese produz especulações ainda mais fabulosas: talvez, a verdadeira biblioteca esteja fora do equipamento biofísico dos corpos humanos; as informações não estariam nos cérebros mas em algum lugar [campo ontológico] desconhecido do cosmos.
O DNA estaria, então em condições de se comunicar permanentemente com este reservatório universal de conhecimento.

O Alfabeto Hebraico
Os pesquisadores Dan Winter, Fred Wolf e Carlos Suarez, desenvolvendo um programa de computação para estudar as ondas sinusoidais [freqüências de onda] emitidas pelo coração enquanto o sujeito é submetido a provocações emocionais, em certa fase dos experimentos, usando um espectrograma, analisaram as vibrações da língua hebraica.

Descobriram que os pictogramas [as figuras], os símbolos do alfabeto hebraico correspondem exatamente com a figura formada pela longitude de onda do som de cada palavra.

Também comprovaram que os símbolos de aquele alfabeto são representações de figuras geométricas.
No alfabeto hebraico, os 22 símbolos [letras] são, em apenas um de seus numeroso aspectos semânticos, os 22 nomes próprios originalmente utilizados para designar os diferentes estados e estruturas de uma única energia cósmica sagrada, que é essência e matriz de tudo o que existe.

O Livro do Gênesis foi escrito nessa língua, com esse alfabeto.

As letras dos antigos alfabetos são formas estruturadas de energia vibracional que projetam forças próprias da estrutura geométrica da Criação.

Assim e por isso, com as palavras, a linguagem, é possível tanto criar quanto destruir.
O ser humano empresta [fornece, confere, com suas emoções, desejos e sentimentos] poder ao símbolos do alfabeto, às suas formações, [palavras e tonalidades], quando soma à energia própria do caractere, letra, fonema, palavra, a energia de sua intenção pessoal.

Isso converte os Homens em responsáveis diretos pelos processos criacionais [criativos, de criação] e destrutivos da Vida.

quarta-feira, 20 de março de 2013

Velhice&Juventude

A JUVENTUDE E A VELHICE

 
A juventude não é um período da vida; a juventude é um estado de espírito, um efeito da vontade, uma qualidade da imaginação, uma intensidade emotiva, uma vitória do valor sobre a timidez, do gosto pela aventura sobre o amor ao conforto.
Alguém não se torna velho por haver vivido certo número de anos; torna-se velho porque desertou dos ideais. Os anos enrugam a pele, mas a renúncia a um ideal enruga a alma. As preocupações, as dúvidas os temores e as desesperanças são os inimigos que lentamente, nos fazem vergar para o chão e nos convertem em pó antes da morte.

Jovem é o que deslumbra e se maravilha...o que pergunta como menino – E depois? . Jovem é o que desafia os acontecimentos e encontra alegrias no jogo da vida.As provas galvanizam-no, os fracassos o tornam mais forte, as vitorias os tornam melhor.
Serás tão jovem quanto tua fé, tão velho como tuas dúvidas. Tão jovem quanto a confiança que tens em ti, tão velho como tuas desesperanças e mais velho ainda com o teu abatimento. Permanecerás jovem tanto quanto permaneceres verdadeiramente generoso, tanto quanto sentires o entusiasmo de dar alguma coisa de ti.
Permanecerás jovem, enquanto fores receptivo a tudo o quanto é belo, bom e grandioso, podendo desfrutar das mensagens da natureza, do homem e do infinito. Se um dia qualquer que seja a tua idade,teu coração for mordido pelo pessimismo, torturado pelo egoísmo, roído pelo cinismo, que Deus tenha piedade de tua alma de velho.
 Texto de Gal. Douglas MacArthur

 

sexta-feira, 15 de março de 2013

O OUTRO LADO DO SILÊNCIO



O OUTRO LADO DO SILÊNCIO

Sábios, filósofos e poetas têm, desde a Antiguidade, exaltado o valor positivo do silêncio. Têm repetido, sempre, que o silêncio é bom e que sua prática deve ser cultivada, sendo seu exercício constante alcançado somente pelas mentes mais iluminadas e equilibradas. "O silêncio vale ouro!" aprendemos com os mais antigos. E o som dessa verdade ainda ecoa dentro de nós.
Quem sou eu, em minha humilde existência e parco entendimento, para contestá-los! Porém, nos últimos tempos, tenho refletido demais sobre tal premissa. Vejo que ela pode ser verdadeira, mas não absoluta. Depende muito do caso e da ocasião. O silêncio, por si só e em si mesmo, não é bom e nem ruim Pode tornar-se bom e aconselhável em determinadas situações. Em outras, não. Muitas e muitas vezes, ele pode ser ruim e ter efeito tão destruidor, tão devastador, quanto as palavras mal ditas. Determinados silêncios, ferem mais do que mil palavras, queimam mais do que fogo e cortam mais do que navalha. Pois, ao contrário de revelarem equilíbrio, podem sugerir descaso e indiferença. Algumas pessoas agridem com o silêncio. É como se dissessem ao outro: “Fala, que eu respondo com meu calar. Reclama, que respondo com minha indiferença, muda, silenciosa, que é minha forma mais sutil, porém não menos cruel, de deboche e desprezo.”
E se essa não era a intenção da atitude, como saber, pois se o que escutamos é só o silêncio? E o que dizer do silêncio da omissão? Nenhum objeto ou substantivo é sagrado ou profano por definição. Tudo depende do uso que fazemos deles. O que ocorre com as palavras, ocorre também com o silêncio. Ele pode ser prudente, mas pode ser insano ou incauto. Pode abrandar, mas também pode agredir. O silêncio que foge do diálogo, do esclarecimento, da discussão, da busca do entendimento é, no mínimo, medroso. Aqueles que fazem apologia ao silêncio em qualquer situação adversa, no fundo, é um ser omisso, que não sabe ou tem medo de se mostrar pelas palavras e, através delas, buscar um melhor entendimento de si e do outro. Por isso, o silêncio pode se converter na melhor (pior) arma dos covardes, que nunca querem correr o risco de se expor. Se calam. Não se mostram. E, pior ainda, acusam de descontrolados e imprudentes os outros, que se arriscam a fazê-lo. Bendito descontrole! Bendita imprudência! Que eu nunca a perca, meu Deus! Que eu nunca me cale. Que eu aprenda a ser cada vez mais prudente com minhas palavras, mas que eu nunca as troque pelo silêncio. Que eu nunca me anule, escondida sob um silêncio pseudo-equilibrado. Que eu conserve sempre a coragem de abrir meu peito, meu coração, minhas emoções, meu contentamento e descontentamento através da palavra, pois é a única forma mais eficiente que disponho no momento de mostrar ao outro quando me fez feliz e quando me feriu. E é a única forma, também, de saber onde e quando errei e como posso acertar da próxima vez. Que eu não morra, meu Deus, entalada com minhas mágoas e situações mal resolvidas. Nem ignore as insatisfações alheias, pela falta do diálogo e pela prática descabida e excessiva do silêncio. Que todos possamos nos entender pela fala, pelo diálogo, e não nos afastemos pela comodidade insossa do silêncio. Que possamos discernir entre o silêncio bom e o ruim. Que possamos nos lembrar sempre que, como as palavras, o silêncio também pode se converter em arma letal e capaz de impedir ou destruir uma convivência harmoniosa.

Ana Marta

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

Os dez mandamentos da Meditação

1- Não tenha objetivo ou qualquer expectativa de ganhar algo com
a meditação. Meditar, é o objetivo. Simplesmente sente-se e deixe acontecer.

2- Meditar é disciplinar. Exige, portanto, força de vontade. Para experimentar
os benefícios da prática, é preciso treinar a meditação regularmente: de
preferência todos os dias, por pelo menos 15 minutos.

3- Não tenha pressa. A pressa gera fadiga e estresse. A meditação acalma,
relaxa, desenvolve no organismo mecanismos que combatem o estresse.

4- Apenas observe. Deixe os pensamentos ir embora assim como chegaram.
Não se envolva. Deixe a energia fluir, sem julgar. Seja tolerante com você
mesmo. A mudança interna só acontece quando aceitamos quem somos.

5- Desafie as dificuldades. Os problemas podem ser encarados como
oportunidade de crescimento e aprendizado.

6- Pense menos, sinta mais. Nem tudo tem explicação, portanto, não
permita que a necessidade de racionalizar o impeça de ser feliz.
Excesso de razão  e a busca de padrões são as principais causas da
angústia humana. Simplesmente seja.

7- Não compare. Cada pessoa possui um dom especial, que a prática
do Ch´an resgata, tornando você uma pessoa incomparável. A meditação
fortalece a determinação, refina o temperamento e o caráter.

8- Esteja sempre alerta. Isso requer estar em harmonia.

9- Comece a crer para ver. As maiores verdades da vida são invisíveis
aos olhos.

10- Tenha vontade. A prática só começa e só se mantém pela vontade.

Extraído de: Medicina Chinesa - Acupuntura e Fitoterapia.
Lúcia C. De Barros e Dr. Jou Eel Jia.

http://www.wallstreetfitness.com.br/fique_por_dentro/artigo/1725/meditacao-reduz-o-impacto-emocional-da-dor/


sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

Fisiognomonia

   Embora a palavra Fisiognomonia - do grego physionomõn:nomõn,
aquele que conhece; physis, pelo físico - soe como algo novo, essa arte
é tão antiga quanto o ser o humano e consiste em conhecer o outro e a
si, por meio do rosto.
  Para J.K. Lavater, era a "arte de conhecer o interior do homem pelo
seu exterior", principalmente pelos traços do rosto. E, de uma certa
forma, todos nós acabamos praticando essa "leitura", quando temos
um encontro cara a cara com outra pessoa. A partir do momento em
que encontramos outro rosto, pela primeira vez, automaticamente
queremos saber quem e como é esse outro ser.
   Alguns livros afirmam que a Fisiognomonia se originou no Oriente,
mas encontramos registros anteriores à Era Cristã no Oriente quanto
no Ocidente.
    Empédocles, que viveu no século V a.C., com suas especulações
filosóficas, já relacionava o aspecto exterior do homem ao seu interior.
Hipócrates, pai da medicina ocidental, postulou a Teoria dos Quatro
Temperamentos ou Humores, determinando, por meio deles, a aparência
exterior das pessoas. Além dos gregos, encontramos registros dos romanos,
árabes e da India Oriental. Também entre os chineses, a Fisiognomonia
aparece no século V ou VI a.C., com raízes nos períodos Shang e Hsai,
cerca de 2000-1000 a.C.
   Portanto, é impossível determinar a data e o local onde se originou esta
prática de interpretar as pessoas, a partir do estudo rosto. Sabe-se que ela
é anterior à Astrologia e à Quiromancia. O mais provável é que a
Fisiognomonia surgiu, ao mesmo tempo, espontaneamente, em locais
e grupos raciais diferentes. Sendo assim, não podemos atribuir a origem
dessa arte a nenhuma cultura.

       As três regiões do rosto


      







       Os fisiognomonistas dividem o rosto humano em três regiões.
Essa divisão permite uma primeira leitura de um rosto, mas não
devemos restringir-nos a analisar somente essas três partes, pois
o rosto é de extrema complexidade e cada região está apenas
representando tendências dominantes.
Essas três partes são:
- a região superior chamada de cerebral, ou mental ou sistema
neuro-sensorial que corresponde à longitude existente entre o
começo dos cabelos e a raíz do nariz.
- a afetiva ou sistema rítmico que corresponde à longitude entre
a raíz do nariz e seu final.
- a instintiva ou sistema metabólico, que corresponde à longitude
do final do nariz ao final do queixo.

Extraído de: Os mistérios do rosto - Valquiria Martinez

quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

Cristais

A história do cristal tem muitas versões e numerosos autores. Lendas e 
folclores datam dos primórdios da raça humana, quando se acreditava
que as forças do cristal regulavam o campo eletromagnético da Terra
para que espíritos humanos pudessem encarnar. Lendas do antigo 
continente da Atlântida nos dão conta de que os cristais geravam
energia para cidades inteiras; o abuso na utilização de tais energias
resultou na eventual destruição final daquela civilização. Alguns
egiptólogos são da teoria de que as magníficas pirâmides egípcias
eram encimadas por cristais, para canalizar forças cósmicas para
essas estruturas geométricamente perfeitas. Muitas civilizações,
culturas e povos tem usado cristais e pedras com inúmeras
finalidades - desde cura e proteção até as mais poderosas
iniciações. Vejamos o fascinante exemplo do cristal Sodalita,
indicado para a pratica meditativa.
Sodalita - Trata-se de um dos despertadores do terceiro olho,
que prepara a mente para o recebimento da visão interior e do
conhecimento intuitivo. Constitui a mais densa e assentada das
pedras de azul intenso e extrai pensamentos profundos desobstruindo
a mente para que funcione apropriadamente. Quando a mente se acalma,
pode-se obter maior perspectiva e compreensão. A sodalita proporciona
a mente a habilidade de pensar de forma racional e intelectual para chegar
a conclusões lógicas. É uma pedra muito boa para aqueles com tendência
a ser hipersensíveis e reativos, pois estabiliza o poder mental e permite a
uma pessoa realizar a mudança do emocional para o racional. Também 
se revela boa para carregar, segurar, aplicar em meditação ou colocar
sobre a área do terceiro olho a fim de se obter compreensão intelectual
do eu de um indivíduo ou de uma situação. Uma vez equilibrada a mente
e obtido um maior conhecimento, torna-se possível, então, ter uma
perspectiva maior da vida. A sodalita ajuda a remover antigos padrões
mentais do subconsciente para abrir caminho ao pensamento consciente.
















Extraído de Propriedades curativas dos cristais e das pedras preciosas-Katrina Raphaell